quinta-feira, março 29, 2007

Não Banalize...

Eu não acredito...

Acreditar em coisas banais não é comigo...
jogar lixo no chão tudo bem!


A banalidade me assusta,
cada vez mais presente
de presente...nem de graça!

Não gosto dela,
Torna as coisas simples demais,
Fácil demais,
Previsíveis demais.

Um fato apenas, aparente
de parede prensada,
pela falta de pensar.

Embora vc diga que não,
eu não acredito!


Não acredito nisso tudo,
nessa coisa do:

quem sou?
quem és?
quem sois?... ( pare e ande )

Agora eu: ando no meu ritmo!
na música, na vida
e até na forma de rir...( pq não? )

Todas as canções e filmes de amor, agora:
não fazem mais sentido algum,
Sentido de que a banalização,
É uma forma de pessimistifica a vida.

Onde até a praga banal já embananou...

Não acredito!

religião também virou assunto banal:
é mais uma dessas formas de controlar massas...

Mas, acredito...

FÉ ? ( tenha )

segunda-feira, março 26, 2007

Quero me fazer feliz...

Tento te encontrar...
Tenho tanto pra dizer...

Coisas de um outro mundo,
este,esquecido...

Tudo bem, Sorte de nós dois!
Quero me fazer feliz,
Abraça-me, Não solta minha mão...

Mesmo sem tua presença,
tua alma,
teu calor,
teu odor esse,
pouco importa!

Tento tanto te encontrar...
Rasgar tua seda...
Apagar,
Sumir com a parte mais escura da lua...

No clarão do temporal
da alameda da escuridão...

EU !

Grito teu nome,
e só escuto pássaros lá fora,
pássaros...

Tudo bem...

Sorte de nós dois...

Quem ? Não sei...

sexta-feira, março 23, 2007

A minha cidade, a minha morada, o meu amor...

( Paque Moinhos de Vento )

Porto Alegre,
alegre...

Porto Alegre dos corações,
das paixões,
e das saudades...

Porto Alegre das coisas simples:
nuvens,
Algodão,
do seu Adão e
do Lago Guaíba.

Porto Alegre que emociona,
pela violência, pela árvore que já não respira
e não ama mais...
pelo deficiente visual vendedor da mega sena. ( sempre acumulada )

Esse Porto Alegre,
do sol que racha
do amor que acha
chá e flores...Nuvens e chuva!

Único e verdadeiro,
do mormaço aos sorveteiro,
do verde e da melhor qualidade de vida do Brasil,
do Mercado do Público e os manos da Praça XV.

Tudo que falo, tudo que falei,
acima de tudo, nunca falhei...Falo e digo:

Porto Alegre dos Fidalgos ali da Andradas,
do Quintana e dos Veríssimos,

Voe para bem longe...que venham mais 235 anos...

É um caso de amor mesmo!

quinta-feira, março 22, 2007

Conversas estelares...

Que reserva?
Tens a mim ? ( sempre )

Que amores escondes atrás da luz ? ( muitos )

Essa luz pulsante...
Amante...
Ofuscante...


O que tens?

Que mistérios esconde?

Trocaremos tais verbetes sentados na esquina da lua mais próximo..
Sem qualquer significado aparente ( mas para nós... )

Que vazio é esse... ( ? )
Na mente,
Coração,

No espaço preenchido pela matéria...Pela palavra, pelo Dom...


Sabes das conversar estelares?
Faladas em pensamentos, gestos, graças e paixões...
Sabes da vida? ( mesmo? )

Tais conversar estas que duram ao alvorecer do ultimo dia,
Da noite das belas artes,
Da vitrine da mais bela das damas e do xadrez...

Conversar estelares, das almas e dos corações,
Sintonia
Equilíbrio
Harmonia...
( sempre... )

domingo, março 18, 2007

Filosofadas ( part. 5 )



É aqui que,
homens de honra se encontram,
Ajustam suas diferenças,
Suas agruras e seus duelos.

É aqui que,
as espadas falam,
chocam-se,
Tinem.
E rebrilham sempre,
Sob a luz do sol
da lua,
das nuvens...

É aqui que os mesmos homens
resolvem suas diferenças
trabalham juntos,
choram,

Morrem...

e sempre serão lembrados...

( homenagem a um amigo dos tempos antigos... )

sexta-feira, março 16, 2007

Sobre um homem andante e sua vida...

O que é a vida, na verdade?

É a semente da virtude que o vento sopra aqui e além.
Às vezes cai em boa terra e frutifica,
outras vezes na rocha dura,
E acaba por definhar...

O homem nasce para um dia morrer,
Mais tarde ou mais cedo, o que importa ?
De onde vem? para onde vai ?
A vida é o pirilampo que fulgura de noite,
e de dia é negro, o que fazer?

É o hálito dos rebanhos no ar do inverno,
É a sombra que corre sobre a selva da alma, da sintonia de corpos,
estes por ora celestes...
e que desaparece ao poente,
ficando só nos sonhos...

A vida é o sopro da verdade onde há mentiras,
eu sou o homem andante, que busca as mentiras,
que é onde há verdades.

e a vida andante do homem sobre ele continua...