Não tenho
palavras,
atos,
mentiras,
intrigas...
descrever o princípio
no precipício
do compadecido
falecido...
Não tenho palavras,
gestos,
trovões
nem uns tostões...
descrerver a inércia
da polinésia,
Já não cabe a mim...
Pois não tenho,
amores,
dores,
nem ao menos
corredores,
da vida
no momento...
antes que agora
só amanhã...
pode ascender a luz!
